. Entrevista

Hoje a nossa equipe foi até a agência Advance conhecer a profissão do Daniel Martins, web designer.

O vídeo com a nossa conversa está logo aqui abaixo, acompanhe e saiba um pouquinho mais sobre esse novo mercado que cresce aqui no Ceará.



Espero que tenham gostado do vídeo e que ele tenha saciado um pouquinho da curiosidade de vocês sobre essa profissão fascinante.

Comunicação on-line: notícia de forma interativa


Todo mundo sabe que depois do advento da Internet, a Comunicação nunca mais foi a mesma. Jornais, revistas, livros e artigos passaram a atuar também nas plataformas digitais. Isso acarretou uma onda de teorias e conspirações a respeito do fim dos jornais impressos em meio a era digital.

Sendo ou não o "the end" dos jornais impressos, a passagem para o espaço virtual gerou mais oportunidades pra quem trabalha com websites. Formando quase um ciclo mercadológico, quanto mais jornais e revistas passavam para a Internet, mais webdesigners trabalhavam na construção dessa nova era na comunicação.

Com o tempo, o palpável tornou-se virtual; as horas de leitura de um jornal, cederam espaço para visualização rápida de títulos e lides e a relação entre o comunicador e o receptor passou a ser mais direta e dinâmica.

Pela aceleração do processo de comunicação, jornais e revistas passaram a desenvolver seus próprios websites. As versões digitais dos periódicos possuem uma dinamicidade maior, mas ainda prezam por suas características essenciais: grandes manchetes no topo da página, propaganda dos patrocinadores e página dos colunistas e colaboradores.

Os jornais de web são interativos e mais baratos, com reportagens e artigos que podem ser atualizados várias vezes durante o dia e acessados de qualquer parte do mundo em “tempo real”, além de uma maior flexibilidade para a publicação de fotos e vídeos.

O meio digital permite ainda que webdesigners de jornais e revistas personalizem seus websites, com espaço para os leitores deixarem seus comentários sobre as matérias, as compartilharem, acharem edições antigas e filtrarem os assuntos que os interessam. Sem falar na beleza que é a versão mobile, né?!

Há também uma ferramenta para os “saudosistas” em alguns websites, que oferecem a versão virtual do jornal, onde o leitor pode passar as páginas e ouvir o som das folhas como se estivesse lendo um periódico impresso.

Como você lê, o trabalho com websites transformou de forma significativa a vida dos profissionais da comunicação, que tiveram de se adaptar a um novo meio, a uma nova linguagem e a um mundo cada vez mais conectado e acelerado.


As vantagens são inúmeras e nós, leitores on-line, agradecemos!

Conheça a W3C, a principal organização de padronização da World Wide Web



World Wide Web Consortium (W3C) é a mais importante organização para a padronização da World Wide Web. Ou seja, a criação, os layouts, os conteúdos para a web são legitimados como um padrão a se seguir. A organização possui, em forma de um consórcio internacional, em um número aproximado, 400 membros, dentre eles empresas e organizações independentes a fim de projetar uma padronização da web.

Em 1992, Tim Berners-Lee firmou a W3C para a Web chegar a sua máxima potência através de projetos de protocolos e fóruns que circulavam a sua história e evolução e tornasse fixa sua interoperabilidade, capacidade de um núcleo de se comunicar de forma livre e transparente para outro meio. Sites com essas bases seriam acessados e visualizados por qualquer sistema, independente de hardware ou software desenvolvidos.

Os principais princípios da W3C:

- Web para Todos
Tornar disponível todo o conhecimento, relação, desenvolvimento criado na web para a maior quantidade de pessoas possíveis.

- Web em Todas as coisas
Libertar a web para o número máximo de dispositivos (computadores, celulares, tablets, entre outros).

A visão da organização:

A W3C acredita que a divulgação, o compartilhamento e a participação de conteúdos de conhecimentos deve gerar um aumento de confiança ao nível global. 

Fonte:

http://www.w3c.br/Home/WebHome


A Desvalorização da Arte

Quantos artistas maravilhosos tiveram um reconhecimento tardio, ou até mesmo póstumo? Essa sempre foi uma das grandes questões do mundo da arte: o valor da obra. Hoje, com todo o mercado e a indústria cultural, as artes estão sendo muito menos valorizadas. Os profissionais que trabalham com o mercado de criação são quem realmente entendem o que eu estou dizendo. Designers, publicitários, ilustradores... Quantas vezes tiveram que ouvir as seguintes frases: "ah, tenho um primo que também é designer, ele mexe no Photoshop" ou "você cobra isso tudo? O rapaz da gráfica cobra bem menos"? Acontecimentos assim ocorrem por dois motivos:

1. Para saber o valor de uma obra, é necessário conhecer o processo criativo.
Os artistas estudam muito. Muito mesmo. Quatro anos é o mínimo, porque além do curso obrigatório, eles fazem outros cursos. Para criar um web site, por exemplo, o web designer precisa saber os significados das cores, das formas, das fontes. Pensar em algo, criar e realizar é uma árdua caminhada.

2. "Baratear" o trabalho desvaloriza o mercado e afeta os outros profissionais.
Os artistas gastam investem muito. Muito mesmo. Pagam quatro anos de faculdade (ou não) e outros cursos de especialização. Enquanto isso, temos o famoso rapaz da gráfica cobrando vinte reais por uma identidade visual (que certamente não será das melhores). Os clientes se assustam com os preços cobrados pelos profissionais, porque eles acham que o valor cobrado deveria ser o mesmo.

Faculdade é difícil. A jornada do profissional de criação é mais difícil ainda. Então, vamos valorizar a nosso trabalho e saber distinguir o valor cobrado pelo rapaz da gráfica e pelo profissional.

Vejam esse vídeo (super divertido, por sinal) do canal +1! Filmes, e vocês vão entender:



http://www.youtube.com/watch?v=QV6PZMPcXXM

Fontes:
http://www.ufrgs.br/vies/vies/o-tortuoso-caminho-de-um-publicitario/

http://dreamboxarts.wordpress.com/tag/desvalorizacao-do-trabalho-de-designer/

O Web Designer vai usar em 2014

Fazer um trabalho de qualidade é essencial em qualquer profissão, e aqui ficam 5 coisas que você encontrar no mundo dos web designers 2014! 

1. Blur 

Blur é o famoso enfeito embaçado. Ele já vem sendo usado e vai se fortificar mais ainda nesse ano. É utilizado em camadas de interfaces, serve como solução para manter uma interface limpa e minimalista (que são dois desejos de todos os web designers esse ano).  Atualmente já existem programas para lidar com isso de forma mais fácil, sendo essa uma das razões para que o efeito esteja em alta. Um exemplo disso é o iOS 7, que utiliza o blur em vários momentos. 

                           




2. Pense primeiro no dispositivo móvel

Quando começar a planejar o layout de um site pense primeiro em como será a versão mobile. Isso mesmo. Antigamente alguns sites nem chegavam a pensar em uma versão para o celular, porém tudo o que vem acontecendo nos últimos anos é que a versão de desktop está se tornando igualmente importante a versão que você acessa de qualquer lugar pelo celular, tablet e/ou phablet. Existe um movimento (o Mobile First) que defende essa ideia. Uma dica é sempre começar selecionando o que é realmente importante, pois assim não tem perigo de lotar o layout com colunas e imagens que podem atrapalhar a versão mobile. 

3. Skeumorfismo 
                        

Esse nome estranho serve para indicar o tipo de design que tem uma semelhança com o mundo real, objetos físicos, texturas de madeiras, ou por exemplo a estante do iBooks. É um tipo de design que fez muito sucesso no inícios dos anos 90 e está de volta com tudo. Serve para que os usuários sinta-se mais conectados com o mundo real. 

4. Sem gradientes. 

Desde a chegada do windows 8 que se investe em flat design, mas cuidado, não use gradientes. Trabalhe com cores simples, abuse dos tons pastéis e do branco. Procure usar o tom sobre tom para alcançar algo parecido com o gradiente. 

5. Squeeze Page ainda rola. 


Em 2013 se apostou bastante em Squeeze Page, em 2014 ele continua. Não sabe o que é? São páginas objetivas que tem como único objetivo captar emails do seu público. Para que as pessoas fiquem atraídas em ir visitar a página, elas sempre ganham alguma coisa em troca: descontos, ebooks, etc. Vamos deixar bem claro que não estamos falando de  qualquer público, geralmente são para clientes.  No quesito design, essas páginas elas são compostas por backgrounds bonitos, enormes  e elegantes, com um grande título, um pequeno subtítulo e a caixa de email no centro chamando bastante atenção (com um enorme botão convidativo para que você realize a ação de cadastro). 



FONTES: 

http://gizmodo.uol.com.br/14-tendencias-design-2014/
http://www.brunoavila.com.br/avante/webdesign/tendncias-do-design-web-para-2014.html


Web designhando em livros

Há quem diga que a internet iria acabar com livros, não?!
Pois bem, não foi isso que aconteceu.

Hoje nos vamos falar do exato encontro entre essas duas maravilhas, livro e internet.

Um bom livro de determinado assunto caí melhor que um professor ou o Google, né? A gente fica com o conhecimento na mão e está a qualquer momento acessível.

Separamos 5 exemplares que todo web designer deveria ler:


DESIGN PARA A INTERNET: PROJETANDO A EXPERIÊNCIA PERFEITA

Esse livro aborda, primeiramente, conceitos básicos e fundamentos sobre assuntos que estão diretamente relacionados à navegabilidade e à usabilidade. Não é um livro focado em programas, linguagens, técnicas ou afins, mas é um excelente livro para quem conhecer todos os conceitos da usabilidade, o autor trabalha com cases como o Globo.com, Yahoo!, BBC e AOL.






NÃO ME FAÇA PENSAR – USABILIDADE NA WEB

É difícil imaginar alguém trabalhando em projeto Web que não tenha lido o “clássico instantâneo” de Steve Krug sobre usabilidade na Web. Não fique surpreso se ele mudar com.ple.ta.men.te. a forma pela qual você pensa em projeto para Web.








CONSTRUINDO SITES COM CSS E (X)HTML

Este livro aborda a técnica de construção de sites baseadas nas Web Standards do W3C, cujo princípio básico é separar a marcação (x)HTML da apresentação visual. Não posso deixar de comentar que o autor deste livro (Mauricio Samy Silva – Maujor) com certeza foi indiretamente um dos melhores professores de todos que estão nessa área.






JQUERY: A BÍBLIA DO PROGRAMADOR JAVASCRIPT

Inicialmente, o livro apresenta a biblioteca e um estudo da sintaxe e emprego dos seletores e comandos do jQuery, desenvolvendo scripts de exemplo para cada um deles, que podem ser examinados ao vivo em arquivos disponíveis para download no site do livro. Na segunda parte, são desenvolvidos vários scripts de emprego real. Esse livro foi escrito pelo meu autor de CONSTRUINDO SITES COM CSS E (X)HTML, Mauricio Samy Silva – Maujor.

Já dá pra entender porque ele é um dos melhores professores nessa área, né?



USE A CABEÇA HTML COM CSS E XHTML


Da famosa série USE A CABEÇA!, este livro é uma experiência completa de aprendizado para a criação de páginas Web padrão. O bacana desse livro é que você não fica sendo apenas o leitor, ele te dá a possibilidade de participar de jogos, de resolver quebra-cabeças, de solucionar mistérios e de criar páginas para a Web que você nunca imaginou.





Quem quiser conhecer um pouquinho mais do Mestre Maujor, é só clicar aqui.

FONTES: http://www.marcelotorresweb.com/5-livros-que-todo-web-designer-deveria-ler/

Criando um Portfólio




Bom, para a maioria dos profissionais de hoje em dia um bom currículo basta, mas para comunicadores, designers, fotógrafos, ilustradores e qualquer profissional relacionado à criação, é totalmente essencial ter um bom portfólio.

Hoje daremos algumas dicas para construir um portfólio de web designer, mesmo que sejam de trabalhos fantasmas (trabalhos fantasmas são aqueles que você faz sem a necessidade de cliente, ganhando experiência, conhecendo programas e acumulando projetos). 

Dizem que começar um portfólio é a pior etapa. É onde você tem que dividir os trabalhos bons dos excelentes, é onde você se pergunta “isso realmente me acrescenta mais que o outro?”. 

Como é uma etapa muito difícil, que acabamos caindo num looping infinito de "Eu não tenho clientes, como vou criar um portfólio? Mas como vou conseguir clientes se não tenho um?" separamos algumas sugestões juntamente com o desenvolvimento para web para se criar um portfólio, mesmo sem ter clientes oficiais:
  • Faça hot sites de eventos/acontecimentos da escola/faculdade onde estuda, festas de família, ocasiões com os amigos, etc. Fazer um hot site para eventos avulsos é uma ótima atividade. Além de servir de treinamento para trabalhos futuros, as pessoas vão gostar.
  • Faça sites para pequenos negócios de amigos, parentes e conhecidos. Fazer um site para a padaria do seu tio-avô ou algumas páginas para a vendinha de seu primo é uma boa maneira de acrescentar alguns trabalhos ao portfolio. Pode parecer um tanto anti-ético não cobrar nada pelo serviço; mas estas dicas são para aqueles que ainda não são profissionais do ramo e, por isso, na verdade não têm um “código de ética” a seguir (na verdade, nem existe um código de ética formal para desenvolvedores web…);
  • Sites de fã-clubes que você faça parte. A Daniele Viana, em seu artigo “Portfolio – Técnicas, dicas e exemplos de criação“, faz esta bela sugestão de criar sites de fã-clubes dos quais você ou um amigo faça parte. Além de contar mais um job pra você, com certeza todos os envolvidos vão se divertir muito no desenvolvimento;
  • Web sites de casamentos, noivados, etc. Casamentos, noivados e bodas de seus familiares podem ser ótimas oportunidades para você fazer mais trabalhos. Dê o site como presente para os “pombinhos” que eles vão adorar!
  • Desenvolva sites para ONGs e instituições de caridade. Este é um “clássico” entre os desenvolvedores, de fazer web sites para ONGs, instituições de caridade, entidades filantrópicas e afins. Além de você desenvolver ainda mais suas habilidades de web developer / web designer, conta mais um job em seu portfolio e você ainda o desenvolvimento de uma causa nobre (teoricamente).



    E, para quem ainda não tem portfólio e nem inspiração, pode dar uma olhada nesse site com 200 portfólios
    online. Só não vale copiar (: 

    E quem tá buscando um site bacana para portfólio, sugerimos o behance.

Web Designer X Designer Gráfico

Se você já passou uma vergonha "daquelas" por ter confundido web designer com designer gráfico, não se aflita. Isso é mais comum do que você pensa. Apesar dos nomes parecidos, as duas profissões se diferem em alguns aspectos.



Resumindo: esses dois profissionais entendem de criação. A diferença entre o web designer e o designer gráfico é que o web designer trabalha com web sites, já o designer gráfico trabalha com mídias impressas.


Fontes:
http://www.claudia.kich.com.br
http://guiadoestudante.abril.com.br/

Cursos de Web Design: onde encontrar?

Como a demanda de profissionais para Web só aumenta, há muitos interessados na área, seja para trabalhar em agências ou como freelancer, o fato é que todos querem tratar forma e visual de suas empresas, projetos... E para isso precisam de um especialista competente na área. Para quem quer se tornar um Web Designer, é possível encontrar em Fortaleza alguns lugares que dispõem de cursos de capacitação para o mercado. Neles, interessados aprendem a manusear os programas mais utilizados, ficando mais apurados técnico e teoricamente.
Aqui vai uma lista de alguns cursos disponíveis em Fortaleza:

IW Training: http://www.iwtraining.com.br/treinamentos/formacoes.cfm

Av Santos Dumont, 2849 - sala 305 | Aldeota - Fortaleza - CE | Centro Empresarial Flávio Carneiro | 85 3094.1063.

Senai-CE: http://www.senai-ce.org.br/?st=para-voce-curso&pc=108

Av. Barão de Studart, 1980, Aldeota - Fortaleza-CE | (85) 4009.6300.

CEPEP: http://www.cepep.com.br/index.php?topicos=nav/pageprofissionalizante&topico=143&cod=26

Av. da universidade,3232 - Benfica, Fortaleza-CE | (85)3214-1111.

SENAP: http://cursosenap.com.br/web_design.php]

Av. do Imperador, 852 - Fortaleza-CE | (85) 3221-3501

Microlins: http://www.microlins.com.br/cursos/design_grafico/web_desgner

Possui várias sedes na cidade.

S.O.S: http://www.sos.com.br/Cursos/Design/Web_Designer

Possui várias sedes na cidade.

Inclusão digital: por uma web mais acessível e um mercado de sucesso



Muitos costumam dizer que a Internet está ao alcance de todos, correto? Errado! Apesar de ser cada vez maior o número de deficientes que acessam conteúdos on-line, muitos websites ainda não possui a acessibilidade adequada.

Os deficientes, sejam eles visuais, auditivos, físicos, motores ou cognitivos, formam, hoje, um grupo específico de consumidores. Levando em consideração o respeito a esse público, cada vez mais empresas voltam sua atenção para facilitar e proporcionar conforto a esse tipo de cliente.

Acessibilidade na Web:

 “Acessibilidade Web” – já ouviu falar nisso? Essa expressão refere-se à prática de tornar websites acessíveis para todas as pessoas com ou sem deficiência, possibilitando que qualquer usuário possa ter igual disponibilidade à informações on-line.

Pensando no respeito e na responsabilidade social que todos devem ter, websites devem ser construídos com determinados softwares e aplicativos que auxiliem os deficientes:

- Softwares leitores de textos que transforme o texto em Braille, para cegos.

- Textos e imagens em grandes tamanhos ou com poder de ampliação facilita a leitura de usuários de baixa visão.

- Linguagens simples, com ilustrações, gráficos e animações facilitam a navegação de pessoas com dislexia ou dificuldades de aprendizagem.

- Links sublinhados, em negrito ou coloridos ajudam usuários daltônicos.

- Links ou grandes áreas clicáveis auxiliam usuários com deficiência motora e que não conseguem controlar o mouse com precisão.

- Vídeos legendados ou com Língua de Sinais possibilitam que surdos ou pessoas com dificuldades auditivas possam entender os vídeos.

Viu só? Ações simples e que fazem toda a diferença.


O novo Webdesigner:
É nesse contexto que surge um novo tipo de profissional de Webdesign. Esses profissionais e os que desejam iniciar a carreira devem entender a importância do aprendizado das técnicas de webdesign para deficientes, tanto para a sociedade, quanto também para o currículo e negócios desses profissionais.

Para tornar possível a total inclusão digital, há agora uma demanda maior por profissionais que dominem essas técnicas de webdesign, criando e construindo projetos voltados para os deficientes. Abre-se um leque de oportunidades nesse mercado cada vez mais promissor.

Você que já é um Webdesigner ou que está dando os primeiros passos, procure dominar essas técnicas, faça um curso, se especialize. Essa pode ser a chave do sucesso nesse mercado. Além disso, é fundamental integrar essas pessoas no espaço digital.



O mercado atual no Brasil.



     Pra ser alguém no mercado, toda loja precisa de uma cara na internet. Mas se você acha que é só isso, está enganado. O Web Designer pode atuar como arquiteto de informação, diretor de arte online, arte-finalista, gerente de conteúdo, gerente de projeto, etc.
     Se você deseja ser um Web Designer, ou está aqui apenas por curiosidade, é melhor estar preparado porque não tem tanta coisa boa vindo por aí. O mercado de trabalho para os Web Designers está cada vez mais concorrido. Principalmente no Brasil, onde sempre se procura um jeitinho mais fácil (barato) para fazer as coisas. Essa concorrência é representada pelos “Sobrinhos”, que são usuários que aprendem a utilizar os softwares na internet – graças a tutoriais – e assim começam a criar sites para pessoas próximas. Em pouco tempo, eles acabam sendo indicados para fazer outros trabalhos, e então se tornam criadores de uma parcela considerável de sites da internet. Porém, embora seus preços sejam baratos, o trabalho tem qualidade proporcional.


     Para poder se destacar e construir uma carreira sólida, o Web Designer precisa estar sempre pronto para se atualizar (aprender a usar os novos softwares) e ter conhecimentos a cima do básico (sobre textura, cor, linhas, etc). O mercado de trabalho está de portas abertas para estes profissionais, uma vez que, comparada a outras profissões, o Web Desinger é uma atividade nova.
     Na hora de procurar um emprego é bom possuir um portfólio para mostrar que trabalha bem, e que o preço pago vale a pena. Quanto ao salário, tudo vai depender do nível de experiência e graduação. Se for nível técnico varia entre 800,00 reais e 1500,00 reais, já o Web Designer de nível superior recebe entre 2000,00 reais e 6000,00 reais. E os locais que mais empregam são: Empresas (de várias áreas) e Governo. Além da possibilidade de ser contratado, é possível trabalhar como freelancer também, pois sempre está surgindo uma nova oportunidade.


Fontes:

http://www.adamsilva.com.br/profissoes/web-designer/#ixzz2tnBYznFQ
http://www.tecmundo.com.br/blog/2934-profissao-webdesigner.htm#ixzz2tmwPAmc5
http://www.antonioborba.com/tecnologia-e-seus-conflitos/web-design-o-mercado-mais-prostituido-do-mundo/
http://forum.wmonline.com.br/topic/236032-mercado-e-salario-do-web-designer/








Programas e ferramentas mais utilizados no Web Design




Para desenvolver sites e páginas, o Web Designer precisa utilizar programas de edição. Dentre esses programas, algumas ferramentas são extremamente utilizadas pois são básicas na edição de imagens, por exemplo.

O Adobe Dreamweaver é um software utilizado para fazer códigos. Com ele é possível realizar a estruturação do site: HTML e CSS (linguagens de marcação e estilo). Algumas ferramentas do Adobe Dreamweaver são:

  • Organizar os diretórios e arquivos do site.
  • Adicionar conteúdo a páginas da Web.
  • Criar layouts com base em tabelas.
  • Formatar páginas com folhas de estilo de cascata (CSS).
  • Trabalhar com programação voltada para Web (JavaScript, PHP, ASP, JSP).
  • Exibir dados XML em uma página da Web.
  • Desenvolver páginas com suporte a banco de dados.
  • Publicar sites na Web.




Outro programa bastante utilizado pelos Web Designers é o conhecido Adobe Photoshop, útil para criar layouts e na edição/tratamento de imagens. Suas principais ferramentas são:

  • Seleção: Seleciona e move objetos, camadas (layers) e guias.
  • Varinha Mágica: Seleciona uma área colorida sem que seja necessário traçar a área. Define tolerância/pixels
  • Faca ou Slice: Recorta a imagem.
  • Pincel: Desenha um objeto e permite que se pinte uma área com a cor de primeiro plano.
  • Pincel Histórico: Pinta uma cópia do estado selecionado.
  • Balde de tinta: Preenche uma área com a cor de primeiro plano.
  • Dodge: Cria área luminosas em uma imagem ou seleção.
  • Ferramenta Texto: Adiciona um texto.
  • Vetores: Cria vetores.
  • Conta-Gotas: Captura uma determinada cor de um determinado objeto.
  • Lupa: Zoom.
  • Marcação: Faz seleções retangulares, circulares, ovais...
  • Laço: Faz seleções a mão livre.
  • Crop: Apara/corta a imagem.
  • Band-Aid: Pinta com um exemplo ou preenchimento padrão para corrigir imperfeições na imagem.
  • Carimbo: Pinta com um exemplo da imagem.
  • Borracha: Apaga pixels de uma determinada imagem ou seleção.
  • Blur: Aplica desfoques em determinadas áreas.
  • Seleção Vetores: Seleciona os "pontos âncoras" de um vetor.
  • Caneta: Adiciona ou desenha "pontos âncoras".




Outra opção para fazer os layouts é o Adobe Fireworks. Alguns Web Designers preferem utilizar o Fireworks ao Photoshop, aqui estão algumas das principais ferramentas:

  • Criação de gráficos vetoriais e imagens bitmap.
  • Importar e posicionar imagens em gráficos.
  • Otimizar e exportar arquivos de imagem.
  • Trabalhar com texto, molduras, camadas, formas e máscaras.
  • Processar arquivos de imagens em lote.
  • Criar rollovers, botões e menus pop-up.
Fonte: http://www.photoshoptotal.com.br/dica-de-photoshop/23/conhecendo_as_ferramentas_do_photoshop 
 

O que é Web Design?


Muitas pessoas se questionam sobre a definição do termo ‘’Web Design’’. É o chamado Design Gráfico? O que um web designer faz? Qual a utilidade do mesmo para internet? A criação de sites, os seus layouts e a projeção do desenvolvimento e das estruturas de suas páginas são o que define o Web design. Como há a criação de peças gráficas na Internet, então pode-se dizer que o termo em questão está dentro do Design Gráfico.




O Web Design começou a surgir no início dos anos 90 com o surgimento e aperfeiçoamento da Internet. Com a crescente criação de sites, houve uma demanda maior do que era prevista e muitas pessoas que já trabalhavam com Design perceberam que o seu trabalho também poderia entrar na rede de computadores. Com isso, os sites começaram a ser mais desenvolvidos, cobrando boas estruturas, fácil acesso e uma navegação agradável para os seus leitores. De 2001 para cá, o aumento de profissionais na área foi considerável. Nessa mesma via, cursos, escolas e workshops sobre design na web foram concebidos para aprimorar os recursos e os programas que são utilizados pelos web designers. Além disso, é necessário buscar outros campos de conhecimento para ser um profissional completo, como o da arquitetura, publicidade e propaganda e, principalmente, os que envolvem recursos de acessibilidade; hoje em dia é necessário o acesso para todos os tipos de pessoas.

Com o desenvolvimento cada vez mais rápido dos meios tecnológicos e da própria Internet e sua rede, o web designer tem tudo para ser uma das principais profissões no futuro.

Fontes:

- Site Tecmundo (Profissão-webdesigner)
- Site Cláudia Kich (O que é web design?)


 
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